quarta-feira, 26 de maio de 2010

sábado, 15 de maio de 2010

PF teria descoberto desvios de R$ 700 milhões em obras públicas


Portal Terra

BRASÍLIA - A Polícia Federal teria descoberto desvios de R$ 700 milhões de reais em 303 obras públicas investigadas em 2009 pelo Serviço de Perícias de Engenharia e Meio Ambiente, segundo o jornal Folha de S.Paulo. Os desvios teriam ocorrido em obras gerenciadas pela União, pelos Estados e por municípios. O relatório obtido pelo jornal mostra que o maior número de superfaturamentos teria ocorrido no Rio de Janeiro, com R$ 148 milhões em 14 obras avaliadas. Goiás teria o segundo maior valor em irregularidades, com R$ 136 milhões em 9 obras, e São Paulo ficaria em terceiro lugar com R$ 134 mi de sobrepreço em 4 obras.


A Polícia Federal não divulgou à reportagem os nomes das pessoas físicas e jurídicas envolvidos pois os inquéritos acontecem sob segredo de justiça. Perícias em duas operações da PF, Boi Barrica e Caixa Preta (relativa ao aeroporto de Goiânia) fariam parte do estudo. Em um trecho de 105 km da ferrovia teria ocorrido um superfaturamento de R$ 55 milhões, enquanto no aeroporto de Goiânia R$ 48 mi teriam sido desviados no superfaturamento do concreto utilizado na obra e em serviços de terraplenagem jamais utilizados. A assessoria do consórcio Odebrecht/Via Engenharia,executor da obra, teria afirmado que a PF desconsiderou vários serviços aplicados em seu laudo.

13:07 - 06/03/2010

Acerto entre empreiteiras envolveu até prédio da PF


Leonardo Souza e Renata Lo Prete, Folha de S. Paulo, JB Online BRASÍLIA -


Auditoria do governo e inquérito da Polícia Federal concluíram que empreiteiras montaram um "consórcio paralelo" para construir a sede do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, informa reportagem de Leonardo Souza e Renata Lo Prete publicada nesta sexta-feira pela Folha de S. Paulo. No INC trabalham peritos que investigam esses consórcios, formados para driblar processo de licitação. As quatro empresas <#> acusadas de fraudar a concorrência da sede do INC puseram as cláusulas do acerto em contrato, no qual detalham a divisão "por fora". O acordo veio à tona porque a empreiteira vencedora, a Gautama, deu calote nas demais. Com isso, uma das empresas <#> "prejudicadas", a Atlanta, entrou com ação na Justiça para fazer valer o esquema paralelo. Em 2007, a Gautama foi alvo da PF na Operação Navalha, que apontou superfaturamento e desvio de verba pública em obras espalhadas pelo país. A empresa <#>, assim como as outras envolvidas no caso (Atlanta, Vértice e Habra), não falou sobre a acusação. Segundo reportagem da Folha publicada no último domingo, documentos de inquéritos da Polícia Federal indicam que empreiteiras repartem, à margem das licitações, a execução e o pagamento de obras públicas. Segundo os documentos, as construtoras acertam quem vai executar uma obra. Depois, participam separadamente da licitação. Escolhida a vencedora, a partilha é feita por fora, num "consórcio paralelo". Esse esquema, relata a PF, operou nas licitações dos metrôs de Salvador <#> e do Rio, entre outras. Ao todo, 12 construtoras são investigadas por suposta formação de cartel; juntas, têm receita anual de R$ 20 bilhões. Folha de S. Paulo 05:51 - 19/03/2010

Com o c* na reta


Lula deu uma de Pôncio Pilatos. Tirou o dele da reta. Mas será que só o deputado federal Ibsen Pinheiro é responsável pela convardia contra o RJ???

Manifestação


Manifestantes da ONG animal natural protestam contra a liberação da caça às focas no Canadá, diante do escritório comercial do país em Barcelona, na Espanha. Foto: Luis Gene (AFP)